quarta-feira, dezembro 20, 2006

Do Natal ao Ano Novo!

Quero-vos falar desta época festiva que leva tantas gente aos shoppings, que celebra o nascimento de Jesus mas que a maioria só esfrega as mãos pelas prendas ou pelo dinheirinho a mais, da correria para conseguir aquela prenda ideal…
Na minha família celebramos o Natal de outra forma. Somos cristãos e católicos mas não vemos o Natal como uma festa, vemos o natal como mais um dia igual aos outros, trocamos prendas mas nada mais, na noite de natal estamos juntos como todas as noites…nada mais. Porque o que importa é aquilo que se passa de Janeiro a Dezembro… porque temos que estar bem todo o ano. Não é o Natal que nos faz esquecer as zangas, as brincadeiras, este é mais um dia onde nos podemos zangar e brincar e rir, tanto faz, desde que estejamos vivos, com saúde e perto uns nos outros e mesmo que longe estaremos no coração uns dos outros…
A todos um santo natal e uma ano novo cheio de coisas boas e que as coisas más sejam ultrapassáveis… façam como eu… sejam pacientes, tudo se consegue, mas nunca, nunca desistam dos vossos sonhos.
Bem haja

A Autora
Ao anoitecer a minha alma voa para longe
Sem querer deixei de pensar que te amava
Vou até onde o corpo não pode ir
Mas não quero mais pensar em ti

Decidi que não vou mais te amar
Mas como será isso possível
Se o coração bate ao te ver quando te cruzas comigo
Mas eu decidi e está decidido
Vou-me embora

Agora que outros querem ocupar o teu lugar
Agora que já há lugar para eles
Agora que tu não tens tempo para mim
Agora que tu tens dúvidas
Eu vou facilitar-te a vida
Vou deixar-te sem escolha
Vou dizer Adeus!

E se tu um dia reconheceres que te amei
Pode ainda não ser tarde demais
Mas será certamente para tu entenderes que
igual a mim não há!
Fui! Adeus!

sábado, dezembro 16, 2006

Tenho saudades de quando me vias e gostavas de mim…
De quando me procuravas e querias saber de mim…
De quando éramos dois num só…
De quando eu e tu éramos dois…

Agora nada mais resta do que uma recordação…
De quando o pôr-do-sol me fazia lembrar os apaixonados…
De quando a lua cheia reflectida no mar numa noite quente de verão era o meu cenário preferido…
De quando te amava de forma bonita e sem mágoa…

Assim só me resta esperar por ti, um dia, talvez,
E se sem ti um dia me vir sozinha…
Vou lembrar-me que um dia fui tua e tu meu…
Assim como todas as coisas pertencem ao céu e à terra…
Eu pertenci e ti…

Amor, um dia vais perceber…
Depois de estar tantos anos na tua sombra…
Que eu sou aquela que te quer …
Mas tu ainda não sabes…

Até que a minha loucura permanece quieta
Até que a tua calma se revele insana…
Por não me quereres como te quero…
Por te querer mais do que gostaria…

Fico aqui… calma, serena, escrevendo, por mim, mas para ti…

quarta-feira, novembro 29, 2006

Adeus!

Adeus!

Já gastámos as palavras pela rua, meu amor,
e o que nos ficou não chega
para afastar o frio de quatro paredes.
Gastámos tudo menos o silêncio.
Gastámos os olhos com o sal das lágrimas,
gastámos as mãos à força de as apertarmos,
gastámos o relógio e as pedras das esquinas
em esperas inúteis.

Meto as mãos nas algibeiras e não encontro nada.
Antigamente tínhamos tanto para dar um ao outro;
era como se todas as coisas fossem minhas:
quanto mais te dava mais tinha para te dar.
Às vezes tu dizias: os teus olhos são peixes verdes.
E eu acreditava.
Acreditava,
porque ao teu lado
todas as coisas eram possíveis.

Mas isso era no tempo dos segredos,
era no tempo em que o teu corpo era um aquário,
era no tempo em que os meus olhos
eram realmente peixes verdes.
Hoje são apenas os meus olhos.
É pouco mas é verdade,
uns olhos como todos os outros.

Já gastámos as palavras.
Quando agora digo: meu amor,
já não se passa absolutamente nada.
E no entanto, antes das palavras gastas,
tenho a certeza
de que todas as coisas estremeciam
só de murmurar o teu nome
no silêncio do meu coração.

Não temos já nada para dar.
Dentro de tinão há nada que me peça água.
O passado é inútil como um trapo.
E já te disse: as palavras estão gastas.

Adeus.

Eugénio de Andrade

Não tem nada a ver com o que sinto neste momento por alguém...mas penso que é um lindo poema do meu poeta preferido que demostra o quão bonito e doloroso pode ser dizer Adeus a alguém...

domingo, novembro 26, 2006

Nunca deixem de acreditar...

Eu disse...afinal ainda há esperança...
Quando menos esperamos... ele aparece...
Não sei o que vai acontecer amanhã... mas hoje estou feliz...

sexta-feira, novembro 24, 2006

Amor às escondidas!

Já conheci estranhas formas de amar, e amar pelo escuro, sem se ver... é até agora a que mais me impressionou...
É lindo...
Amar é bom, ser amado é muito melhor...
mas ser correspondido isso é algo que me custa a acreditar que exista para mim..
A quem ama demais, a quem nunca amou, a quem me ama sem ter um rosto para beijar... como tu...
a todos os apaixonados...
O "Pedaços de Nós" quer saber em primeira mão como é estar apaixonado!?

segunda-feira, novembro 06, 2006

Estar sóbrio!

Quando não se pode beber álcool ficamos num estado tal que vemos os outros de forma diferente.
Roupas diferentes, comportamentos diferentes, uns mais casuais outros menos "normais".
Beijos, muitos beijos, abraços, pancada... há de tudo!
E o que é o melhor de estar sóbrio é que podemos desfrutar do beijo e no dia a seguir, "por acaso", até nos lembramos dele e quando há pancada é muuuittoo bom estar sóbrio para fugir enquanto é tempo (sim, porque eu não gosto de me meter em confusões!).
Numa noite destas, depois de ter saído de um bar, estávamos todos na "descontra" quando se pôem todos à pancada. Quando vi um rapaz estendido no chão a deitar sangue pela boca. Olhei para aquilo com espanto mas logo me veio o pensamento de que afinal aquilo assim como os beijos e abraços tembém é usual (quanto querem de aposta que se estivessem sóbrios não haveria de ser assim?). Sinceramente espero que o rapaz tenha ficado bem.
Em relação às roupas giras, acho-lhes piada. Mas, como não gosto de falar de modas, apenas digo que o estilo "punk" é directamente oposto ao meu(isto é se tenho algum estilo!).
E é assim, estar sóbrio é muito bom principalmente porque se pode sempre levar "com segurança" o carro dos outros para casa no final da noite.

Aviso: este post é tudo na brincadeira. Não querendo ferir susceptibilidades.

domingo, outubro 22, 2006

O tempo passa mesmo…

Não podemos apagar da nossa memória o passado. Nem mesmo quando nos acontecem coisas inacreditáveis como acontece a muita gente. Não podemos pedir ao tempo que nos devolva os anos que passaram, não podemos pedir ao tempo que nos traga de volta o que perdemos.
Perdemos amigos, ganhamos outros. Perdemos tempo, ganhamos experiência.
Mas nem tudo está perdido. Porque ganhamos imunidade à vida. Às suas adversidades.
Comigo foi assim menos com a mais importante: a morte. Não consigo aceitar que um dia vou ver partir quem me viu nascer. Não consigo aceitar que vou deixar de olhar para a cara rugada da minha avó, que vou deixar de ouvir a voz marcada do meu avô, as tontices do meu tio, a gargalhada da minha mãe… tanta coisa de tantos outros…
Mas mais do que isto, é este meu pensamento egoísta de pensar que um dia vou ser eu…
Mas antes de tudo isto acontecer… gostava de ouvir um “amo-te” verdadeiro, um choro de criança envolto num lençol branco, um “mãe preciso de ti”, um abraço tão ou mais verdadeiro como o do meu filho de Deus… gostava de puder acreditar nas coisas do amor… gostava de ser uma pessoa melhor. Mas, mesmo assim, sinto que paguei por todos os pecados que cometi desde que nasci, sinto todos os dias que ganhei uma nova vida, longe do mal do mundo, pois purifiquei a minha alma…sinto-me hoje mais humana… mas mais especial, mais vulnerável …mas mais alerta, menos eu…mas à procura do meu novo ser, segura de todos os passos que dou por mais difícil que seja caminhar nesta nova estrada que me deram para ultrapassar…
Sendo assim aqui estou eu…tudo isto para vos dizer que fiz um favor a alguém e um outro grande a mim… para que um dia mais tarde não me culpasse pelo que não fiz e para que não reste dúvidas que aquilo que não nos mata fortalece-nos…
E assim o tempo vai passando e não viveremos duas vezes, por isso, vivam bastante. Amem, sorriam, chorem o suficiente e nunca dêem por terminada a vossa missão, porque o destino surpreende-nos… como o fez a mim…

quarta-feira, outubro 18, 2006

"Amor: palavra misteriosa e cruel
que tem a cor dos teus olhos
o sabor da tua boca
e o cheiro da tua pele"

by DASG

Foi escrito há seis anos atrás mas não tinha rosto. Hoje tem.

quinta-feira, outubro 12, 2006

Ainda Há Esperança!

Não tenham medo do amor...
Não tenham medo do ódio...
Não tenham medo das palavras ditas em hora errada...
Não tenham medo da vida...
Porque eu aprendi na vida que ainda há esperança...
Talvez ainda consiga recuperar o tempo perdido...

sexta-feira, outubro 06, 2006

O poeta romântico...

"Não te amo, quero-te:o
amor vem da alma.
E eu na alma-
tenho a calma,
A calma-do jazigo.
Ai!Não te amo, não.

Não te amo, quero-te:o
amor é vida.
E a vida-nem
sentida
A trago eu já,
comigo.
Ai, não te amo, não!

Ai!não te amo, não; e só
te quero
De um querer bruto e fero
Que o sangue me devora,
Não chega ao coração."

Folhas Caídas
1853(excerto)

Foi um dia este conjunto de poemas de Almeida Garrett que inspirou há 6 anos o "Pedaços de Nós"

domingo, outubro 01, 2006

Ser romântico...? Alguém sabe o que isso é?

Falemos de uma palavra que perdi com o tempo... o romantismo.
Será que alguém sabe o que é VERDADEIRAMENTE ser-se romântico?
Mas passemos a fase do dizer-te que "te amo" muitas vezes, oferecer flores, levar a jantar fora... etc e tal...
Falemos antes de algo que parece que se perdeu... do respeito.
Hoje sentei-me a observar as pessoas que me rodeavam na festa onde estava... ali havia muitos amigos, pseudo-amigos, gente "maluca", os que andam numa de "engatar"... tantos estilos, tanta forma de estar... e eu perguntei-me ali: Será que esta gente respeita quem gosta?Será que não anda para ai muita gente a ser enganada?
Pois é... o respeito.
Para mim ser romântico é mais do que o ser-se querido e amistoso é ser-se fiel, respeitar.
Confesso que com o passar do tempo perdi o romantismo que havia em mim. Agora resta-me o respeito por mim...
Mas perdi a noção do ser romântico... talvez já ninguém se importe com isso.
Vocês importam-se?

Desculpem as ausência!

Pois é... aqui o "Pedaços de Nós" têm andado pelas caloirices com as "bestas" de CC e outros mais...
Mas hoje vim de propósito para vocês dizer que adoro todos aqueles que fazem deste blog um espaço de reflexão...

quarta-feira, setembro 20, 2006

Mais vale só?

A solidão é um tema bastante complexo. Daí voltar a repeti-lo, mas desta vez com outra perspectiva…
Como referi no “Estar Só” a solidão é boa quando é procurada, mas pode matar quando em demasia.
O que vos quero falar é da solidão da alma, do coração, do pedacinho que falta preencher…
Mais uma vez daquilo que cada vez vejo menos no ser humano entre iguais. Daquele sentimento que tantas bocas falam, tantas proclamam mas tão poucos corações o sentem de verdade.
Do bendito sentimento ou estado de espírito que “vejo” em tantas mãos dadas, tantos beijos no meio da rua, nos olhares fulminantes… sei lá, parece-me a mim que vejo.
Mas e depois… quando nem o toque do outro queremos mais sentir, quando dos seus lábios tentamos esquecer o sabor e nem tão pouco sonhamos em olhar para tal pessoa, e depois dizemos a famosa frase popular:” mais vale só que mal acompanhado”…
Pois a avaliar pelo número de divórcios que há por aí…
E então em que ficamos?

sexta-feira, setembro 15, 2006

E o verão acabou...

Pois é, mais um Verão passado. Uns de férias e outros a trabalhar para os outros estarem de férias.
Este Verão foi o melhor de todos desde há uns anos para cá.
Vi muita coisa gira, gente interessante, gente distraída, gente "bronca"... enfim, gente, muita gente.
Vi nascer alguns amores, outros se desvanecerem, e outros continuam na mesma...
Enfim, Sol, praia, piscina, bares, boa comida foi assim este Verão...
E Vocês?
Contem lá ao "Pedaços de Nós" as vossas aventuras de Verão...

quarta-feira, setembro 06, 2006

Agradecer não é suficiente... por isso

Á minha mãe que nunca desistiu, nem nunca me abandonou, sem nunca perder a esperança...
Á minha avó por ter "segurado as pontas"...
Ao meu afilhado por ter nascido e por aquele abraço sincero...
Ao meu avô e ao meu tio por não terem tido coragem...
Aos meus "afilhados" que logo correram atrás de mim...
ÁCarla e á Sónia por me terem aturado...
Á Sóninha por sempre bem me ouvir e nunca me censurar...
Á Susaninha por ser a melhor...
Á Náná, á Fura, à Raquel("tungas"), ao Helder, ao Dani e desculpem se me esqueci de alguém daquela SA espectacular...
Ao Xico e ao Phil pelos bolinhos e boa disposição...
À "Cidaila" pela sua energia...
À Diana pela sua coragem e sinceridade...
À minha prima Tânia e à minha Tia por sempre terem acreditado...
Ao Pincho que segurou tantas vezes na minha mão...

A TODOS os que me ajudaram até hoje a ultrapassar tudo...
Às pessoas que visitam e comentam o "meu" blog por manterem uma das minhas maiores alegrias: escrever.
"Pedaços de Nós"... será o vosso espaço enquanto eu viver.
Obrigada por me manterem este pedacinho de mim vivo

Estar Só!

Sabem qual é a sensação de estar só? Concerteza que sim.
A solidão não se resume a estar sem ninguém por perto durante mais tempo do que é desejado. A solidão é algo mais que isso.
Penso muitas vezes como é bom estar sozinha. Poder ouvir todas as músicas que me apetece sem agradar a ninguém, poder mudar de canal a toda a hora sem ter que pedir licença, recordar os tempos de adolescente rebelde mas conformada, poder chorar " a seco" as minhas secretas mágoas, poder rir sem ter que explicar a piada a ninguém. Poder olhar-me ao espelho e dizer:"esta sou eu?". Poder dizer tudo no silêncio do meu quarto. Poder falar com quem me protege lá em cima.
Poder estar só é poder pensar.
Todavia, estar só implica tudo isto e muito mais...
implica ter tempo para pensar muitos disparates...os mais perversos, destrutivos e egocêntricos disparates. Por isso vos digo respeitem a solidão de cada uma das pessoas que vos rodeia mas nunca se esqueçam: a solidão pode matar, a uns levemente e lentamente a outros impulsivamente e abominavelmente.
Deixem que a solidão vos faça bem.
Porque estar só entre a multidão é uma das sensações mais agoniantes que existem.

segunda-feira, setembro 04, 2006

Três letras apenas

Já discutimos muito, já chorámos juntas, já lhe disse coisas muito más. Já a humilhei, já lhe disse que não gostava dela, já quis nunca mais a ver.
E a minha mãe sempre me perdoou. Ela é má(severa) quando quer, mas é um coração de manteiga. Só queriam que vissem chora-me por tudo e por nada diz ela: "quando te tive a ti fiquei assim, uma "manteiga derretida". É é verdade. Ser mãe é o gesto mais bonito que se pode ter no mundo. Mas mais ainda é mesmo com fome, com frio, sem um lugar certo para dormir, com um pai inconsequente ela nunca te abandonar.
"Roubar"o que é seu e fazê-lo crescer condignamente e torná-lo um homem ou uma mulher com bons príncipios.
A minha mãe não é doutora, nem engenheira, mas nunca me deixou faltar nada (e eu nem sempre soube reconhecer isso) até hoje nunca tinha pensado muito nisto porque sempre achei que era sua "obrigação". Mas não é. Tenho-a em boa consideração.
Pode não ser uma dona de casa perfeita, uma excelente cozinheira, mas nunca me faltou roupa lavada e comida na mesa. Pode até não falar comigo sobre política nem sobre as coisas da universidade mas sempre me soube dar bons conselhos.
Agora chora pelo mal que me aconteceu porque foi ela que se punha bonita todos os dias para me alegrar quando nem sequer ria ou chorava.
Hoje digo um dia se for ela a partir primeiro eu não quero chorar. Porque ela não quer ver-me triste. Vou fazer-lhe a vontade. Já que sou uma rebelde que viveu tarde a adolescência e que por mais longe que o mundo me possa levar vou regressar a casa e ela lá estará: a MINHA mãe.
Obrigada por ter nascido. Nunca te arrependas. Tenho muito orgulho em ti.

segunda-feira, agosto 28, 2006

Ao amor...

Amor que andas por ai, tu que nunca chegaste de verdade ao meu coração, agora que tens um inclino, talvez um dia um dono.
Estupidamente andei sempre por essas ruas à procura de um amor. Via em todas as caras um possível namorado. Andava obcecada com o facto de não ter um namorado, um companheiro, mas tinha que ser com todos os requisitos e mais algum.
Até que reecontrei uma velho conhecido, um igual a tantos outros... mas agora tornou-se diferente. Entrou na minha vida derrepente. Sem pedir deixei entrar. Agora temos a distância que nos une ainda mais. Há a vontade de estar juntos. Há amor, há respeito, há tesão, há ternura, há paixão mas falta tanto para chegar ao tecto desta casa que estamos a construir.Não sei se és tu mas de uma coisa eu sei, estou calma, serena, estou à tua espera.
Vocês que estão infelizes vejam não vale a pena, a vida prega-nos sustos e surpresas. A mim pregou-me um grande susto e uma surpresa. Não procures o impossível, vai ao fundo do baú.
Vocês que estão felizes, não tomem essa felicidade como certa, ninguém é completamente feliz a tempo inteiro. Há a vida que nos ensina que tudo é eterno enquanto dura.
Para mim assim será... ao amor vos digo não conseguimos viver sem ele. Eu não consigo.Vocês conseguem? Duvido. Digam lá agora... como seria o mundo entre tanto mal se ainda não houvesse um pouco de amor entre os Homens. Concerteza já estariamos todos mortos. E se um dia isso acontecer vos garanto que o Mundo não terá mais solução. Haja amor!
"Pedaços de Nós"...

O Monte

"O Bar do Monte" foi onde trabalhei nos últimos tempos... uma bar familiar, traquilo, fora os domingos e sextas que era aquela trabalheira. E lavar o chão, que horror...
Mas foi a melhor opção que fiz...
Gostei muito de estar no Monte... um bar rústico, à moda alentejana.
Visitem pode ser que gostem.
Para o ano há mais...