Olho para o horizonte...
e sei que partiste...
deixaste a última lágrima...
o último sorriso...
o último pensamento!
Olho para mim e já não vejo o teu reflexo...
Olho para dentro e vejo outro em teu lugar!
Não quero mais olhar para trás...
Seguirei em direcção ao infinito, onde só os deuses me poderão
resgatar...
Ficarei ali, enfim, a saber que tenho que aprender mais...
para sofrer menos.
Ficarei no céu...
Partirei um dia, enfim, sem nenhum sinal de ti.
Chega!
Um blog a pensar naqueles que gostam de pensar sobre si, olhando para o espelho da alma. Para aqueles que gostam de saber mais sobre alguém que escreve leve, livre, solta... Um pedaço de mim para vós... pedaços de nós!
terça-feira, janeiro 30, 2007
domingo, janeiro 28, 2007
Dou comigo a pensar em ti...
E penso...
Nunca mais pensarei em ti...
Dou comigo a pensar em alguém...
E penso...
Quero ser feliz a teu lado...
E quando não penso em nada...
só sonho em conseguir ir mais além...
Será que consigo lá chegar, ao outro lado da rua, do país, do planeta...
onde quero chegar é onde só vou em sonhos...
quando não penso em mais nada.
Apenas durmo, na minha nuvem aconchegada por um anjo...
Sonho e sou feliz... acordo e penso em ti.
E penso...
Nunca mais pensarei em ti...
Dou comigo a pensar em alguém...
E penso...
Quero ser feliz a teu lado...
E quando não penso em nada...
só sonho em conseguir ir mais além...
Será que consigo lá chegar, ao outro lado da rua, do país, do planeta...
onde quero chegar é onde só vou em sonhos...
quando não penso em mais nada.
Apenas durmo, na minha nuvem aconchegada por um anjo...
Sonho e sou feliz... acordo e penso em ti.
Parei no tempo...
Ninguém estava atrás...
Parei a minha vida...
pensei que viesses atrás...
Fiquei sozinha...
a ver o sol passar...
a lua..
os pássaros.
Aqui no escuro sinto que nunca te tive...
mas ao menos sei que me tiveste...
Ou talvez te tivesse tido...
no meu leito...abraçado ao meu ventre...
ali naquele momento a dois.
Mas depois amanheceu e já não eras igual...
a luz do dia aclarou a tua vergonha de não me amares
e de me usares mesmo assim.
Mas quem acabou feliz fui eu...
porque, enfim, conheci o meu destino em ti:
amar e partir!
Ninguém estava atrás...
Parei a minha vida...
pensei que viesses atrás...
Fiquei sozinha...
a ver o sol passar...
a lua..
os pássaros.
Aqui no escuro sinto que nunca te tive...
mas ao menos sei que me tiveste...
Ou talvez te tivesse tido...
no meu leito...abraçado ao meu ventre...
ali naquele momento a dois.
Mas depois amanheceu e já não eras igual...
a luz do dia aclarou a tua vergonha de não me amares
e de me usares mesmo assim.
Mas quem acabou feliz fui eu...
porque, enfim, conheci o meu destino em ti:
amar e partir!
sexta-feira, janeiro 26, 2007
Quando olho para ti sinto-me só...
prometeste-me algo que nunca vi...
não sei de onde vieste...
Só sei para onde vou...
Nunca te quis magoar...mas quem saiu magoada fui eu...
Nós dois éramos como irmãos, ou melhor, dois cúmplices, apaixonados.
Tiraste-me a alma.
Tiraste a riqueza do meu coração.
Agora já não estou mais sozinha.
Descobri que o amor é algo relativo.
Não quero mais saber de amar ninguém...
Só quero me sentir amada para só depois me arriscar.
Não quero mais me sentir abandonada por ninguém.
Há tanta gente mas ninguém me completa.
Havia tanto para dizer...
queria zangar-me contigo!
mas ficamos por aqui.
Um nada.
Enfim.
prometeste-me algo que nunca vi...
não sei de onde vieste...
Só sei para onde vou...
Nunca te quis magoar...mas quem saiu magoada fui eu...
Nós dois éramos como irmãos, ou melhor, dois cúmplices, apaixonados.
Tiraste-me a alma.
Tiraste a riqueza do meu coração.
Agora já não estou mais sozinha.
Descobri que o amor é algo relativo.
Não quero mais saber de amar ninguém...
Só quero me sentir amada para só depois me arriscar.
Não quero mais me sentir abandonada por ninguém.
Há tanta gente mas ninguém me completa.
Havia tanto para dizer...
queria zangar-me contigo!
mas ficamos por aqui.
Um nada.
Enfim.
quarta-feira, janeiro 24, 2007
sexta-feira, janeiro 19, 2007
Prometo... não olho mais para ti.
Não se não te quiser provocar.
Não se não te quiser acordar.
Prometo...não te toco mais assim...
Não se não quiser despertar
os teus sntidos...
Não se não te quiser sentir perdido...
Sei que quando olhas para mim ficas assim sem tino, sem chão, alucinado!
Sei porque me o disseste quando do nada voltei ao teu mundo...
Sei mesmo que não esteja a teu lado!
Deixa de lado esse ar tímido!
e vem até mim simples e sem receio...
Prometo olhar-te daquela forma e tocar-te para que naquele instante sejas só meu!
Não se não te quiser provocar.
Não se não te quiser acordar.
Prometo...não te toco mais assim...
Não se não quiser despertar
os teus sntidos...
Não se não te quiser sentir perdido...
Sei que quando olhas para mim ficas assim sem tino, sem chão, alucinado!
Sei porque me o disseste quando do nada voltei ao teu mundo...
Sei mesmo que não esteja a teu lado!
Deixa de lado esse ar tímido!
e vem até mim simples e sem receio...
Prometo olhar-te daquela forma e tocar-te para que naquele instante sejas só meu!
quinta-feira, janeiro 11, 2007
Tens que saber mais sobre mim...
que gosto de túlipas vermelhas...
que gosto daquele perfume que não digo...
que adoro dançar até cair...
que adoro sorrir... e rir à gargalhada.
Tens que saber quem eu sou...
que escrevo quando estou angustiada...
ou quando, como agora, que vou no comboio e não se faz nada...
Tenho que saber mais de ti...
Se gostas de jazz, pop ou rock...
já sei ao menos que gostas de música...
Tenho que saber se gostas de mim...
da mesma forma que começo a gostar de ti...
um gostar que vem da alma e não de fora,
um gostar que vem de cima, um querer manter-te a meu lado sem te fartares...
Um gostar porque se gosta.
Tens que saber que eu gosto de ti!
Um gostar totalmente inocente, mas não de criança...~
Um gostar porque sim, e porque não?
Gosto de ti.Fazes-me bem.
que gosto de túlipas vermelhas...
que gosto daquele perfume que não digo...
que adoro dançar até cair...
que adoro sorrir... e rir à gargalhada.
Tens que saber quem eu sou...
que escrevo quando estou angustiada...
ou quando, como agora, que vou no comboio e não se faz nada...
Tenho que saber mais de ti...
Se gostas de jazz, pop ou rock...
já sei ao menos que gostas de música...
Tenho que saber se gostas de mim...
da mesma forma que começo a gostar de ti...
um gostar que vem da alma e não de fora,
um gostar que vem de cima, um querer manter-te a meu lado sem te fartares...
Um gostar porque se gosta.
Tens que saber que eu gosto de ti!
Um gostar totalmente inocente, mas não de criança...~
Um gostar porque sim, e porque não?
Gosto de ti.Fazes-me bem.
A brisa do mar recorda-me o teu olhar
Quando olho para as ondas sinto que te perdi
A linha da minha vida já não pára em ti.
Gostava que houvesse outro em teu lugar para afastar esta dor..
ahhhhhhhhhhhhhhhh tretas!
Dor? Mas qual dor? Não há dor nenhuma.
Simplesmente a minha exigência não me deixa apaixonar-me por mais ninguém.
Porque já não sinto nada por ti, porque já não me fazes escrever cartas de amor. Porque tal como os outros perdeste o encanto.
Talvez sejas tu!Tu sim... Tu aí!
que sejas o dono, melhor o inquilino do meu coração pequenino e quebrado ao meio.
Talvez sejas tu!Tu sim... Tu aí!
que me falas tão docemente ao ouvido, que me mostras o lado bom de estar vivo.
Talvez sejas tu!Tu sim... Tu aí!
o homem da minha vida.
Podes não ser nehum modelo, nem usar roupas de marca, mas a tua mão pode encaixar na minha.
Só espero não estar enganada.
Bom, se estiver ficas marcado aqui, nas memórias do "pedaços de mim" como o homem da voz sorridente.
Quando olho para as ondas sinto que te perdi
A linha da minha vida já não pára em ti.
Gostava que houvesse outro em teu lugar para afastar esta dor..
ahhhhhhhhhhhhhhhh tretas!
Dor? Mas qual dor? Não há dor nenhuma.
Simplesmente a minha exigência não me deixa apaixonar-me por mais ninguém.
Porque já não sinto nada por ti, porque já não me fazes escrever cartas de amor. Porque tal como os outros perdeste o encanto.
Talvez sejas tu!Tu sim... Tu aí!
que sejas o dono, melhor o inquilino do meu coração pequenino e quebrado ao meio.
Talvez sejas tu!Tu sim... Tu aí!
que me falas tão docemente ao ouvido, que me mostras o lado bom de estar vivo.
Talvez sejas tu!Tu sim... Tu aí!
o homem da minha vida.
Podes não ser nehum modelo, nem usar roupas de marca, mas a tua mão pode encaixar na minha.
Só espero não estar enganada.
Bom, se estiver ficas marcado aqui, nas memórias do "pedaços de mim" como o homem da voz sorridente.
Há as pessoas que passam por nós e não dizem nada.
Há outras que olham para nós e dizem "olá!"
Há aqueles que cativam.
Pelo olhar
Pelo sorriso
Pela dinâmica da conversa
Pela personalidade
A mim as pessoas cativam-me não só pelo que têm por fora mas sim, principalmente, pelo que são por dentro.
E para isso eu tenho "olho clínico".
Conheci duas pessoas totalmente diferentes.
Uma conquistou-me pelo exterior,
a outra pelo interior.
Talvez nenhum deles seja para mim.
Mas o que quero dizer é que o primeiro já perdeu o encanto, é banal, e o segundo continua a encantar-me, cada vez mais, estou a escrever porque penso nele de uma forma "especial".
Como ele há poucos.
Conquistam pelo bom humor.
São suficientemente maduros para encantar as miúdas em fase de crescimento, lol
Enfim, confirma-se: os homens inteligentes são raros, mas eu encontrei um, naquela noite fria, gelada, no primeiro dia do ano. No primeiro dia do resto da minha vida.
Há outras que olham para nós e dizem "olá!"
Há aqueles que cativam.
Pelo olhar
Pelo sorriso
Pela dinâmica da conversa
Pela personalidade
A mim as pessoas cativam-me não só pelo que têm por fora mas sim, principalmente, pelo que são por dentro.
E para isso eu tenho "olho clínico".
Conheci duas pessoas totalmente diferentes.
Uma conquistou-me pelo exterior,
a outra pelo interior.
Talvez nenhum deles seja para mim.
Mas o que quero dizer é que o primeiro já perdeu o encanto, é banal, e o segundo continua a encantar-me, cada vez mais, estou a escrever porque penso nele de uma forma "especial".
Como ele há poucos.
Conquistam pelo bom humor.
São suficientemente maduros para encantar as miúdas em fase de crescimento, lol
Enfim, confirma-se: os homens inteligentes são raros, mas eu encontrei um, naquela noite fria, gelada, no primeiro dia do ano. No primeiro dia do resto da minha vida.
domingo, janeiro 07, 2007
2007 é este ano!
2007 começou em grande...
não conto pormenores... mas só digo... promete...
DIVIRTAM-SE!
ps: já agora como passaram a meia-noite?
não conto pormenores... mas só digo... promete...
DIVIRTAM-SE!
ps: já agora como passaram a meia-noite?
quarta-feira, dezembro 20, 2006
Do Natal ao Ano Novo!
Quero-vos falar desta época festiva que leva tantas gente aos shoppings, que celebra o nascimento de Jesus mas que a maioria só esfrega as mãos pelas prendas ou pelo dinheirinho a mais, da correria para conseguir aquela prenda ideal…
Na minha família celebramos o Natal de outra forma. Somos cristãos e católicos mas não vemos o Natal como uma festa, vemos o natal como mais um dia igual aos outros, trocamos prendas mas nada mais, na noite de natal estamos juntos como todas as noites…nada mais. Porque o que importa é aquilo que se passa de Janeiro a Dezembro… porque temos que estar bem todo o ano. Não é o Natal que nos faz esquecer as zangas, as brincadeiras, este é mais um dia onde nos podemos zangar e brincar e rir, tanto faz, desde que estejamos vivos, com saúde e perto uns nos outros e mesmo que longe estaremos no coração uns dos outros…
A todos um santo natal e uma ano novo cheio de coisas boas e que as coisas más sejam ultrapassáveis… façam como eu… sejam pacientes, tudo se consegue, mas nunca, nunca desistam dos vossos sonhos.
Bem haja
A Autora
Na minha família celebramos o Natal de outra forma. Somos cristãos e católicos mas não vemos o Natal como uma festa, vemos o natal como mais um dia igual aos outros, trocamos prendas mas nada mais, na noite de natal estamos juntos como todas as noites…nada mais. Porque o que importa é aquilo que se passa de Janeiro a Dezembro… porque temos que estar bem todo o ano. Não é o Natal que nos faz esquecer as zangas, as brincadeiras, este é mais um dia onde nos podemos zangar e brincar e rir, tanto faz, desde que estejamos vivos, com saúde e perto uns nos outros e mesmo que longe estaremos no coração uns dos outros…
A todos um santo natal e uma ano novo cheio de coisas boas e que as coisas más sejam ultrapassáveis… façam como eu… sejam pacientes, tudo se consegue, mas nunca, nunca desistam dos vossos sonhos.
Bem haja
A Autora
Ao anoitecer a minha alma voa para longe
Sem querer deixei de pensar que te amava
Vou até onde o corpo não pode ir
Mas não quero mais pensar em ti
Decidi que não vou mais te amar
Mas como será isso possível
Se o coração bate ao te ver quando te cruzas comigo
Mas eu decidi e está decidido
Vou-me embora
Agora que outros querem ocupar o teu lugar
Agora que já há lugar para eles
Agora que tu não tens tempo para mim
Agora que tu tens dúvidas
Eu vou facilitar-te a vida
Vou deixar-te sem escolha
Vou dizer Adeus!
E se tu um dia reconheceres que te amei
Pode ainda não ser tarde demais
Mas será certamente para tu entenderes que
igual a mim não há!
Fui! Adeus!
Sem querer deixei de pensar que te amava
Vou até onde o corpo não pode ir
Mas não quero mais pensar em ti
Decidi que não vou mais te amar
Mas como será isso possível
Se o coração bate ao te ver quando te cruzas comigo
Mas eu decidi e está decidido
Vou-me embora
Agora que outros querem ocupar o teu lugar
Agora que já há lugar para eles
Agora que tu não tens tempo para mim
Agora que tu tens dúvidas
Eu vou facilitar-te a vida
Vou deixar-te sem escolha
Vou dizer Adeus!
E se tu um dia reconheceres que te amei
Pode ainda não ser tarde demais
Mas será certamente para tu entenderes que
igual a mim não há!
Fui! Adeus!
sábado, dezembro 16, 2006
Tenho saudades de quando me vias e gostavas de mim…
De quando me procuravas e querias saber de mim…
De quando éramos dois num só…
De quando eu e tu éramos dois…
Agora nada mais resta do que uma recordação…
De quando o pôr-do-sol me fazia lembrar os apaixonados…
De quando a lua cheia reflectida no mar numa noite quente de verão era o meu cenário preferido…
De quando te amava de forma bonita e sem mágoa…
Assim só me resta esperar por ti, um dia, talvez,
E se sem ti um dia me vir sozinha…
Vou lembrar-me que um dia fui tua e tu meu…
Assim como todas as coisas pertencem ao céu e à terra…
Eu pertenci e ti…
Amor, um dia vais perceber…
Depois de estar tantos anos na tua sombra…
Que eu sou aquela que te quer …
Mas tu ainda não sabes…
Até que a minha loucura permanece quieta
Até que a tua calma se revele insana…
Por não me quereres como te quero…
Por te querer mais do que gostaria…
Fico aqui… calma, serena, escrevendo, por mim, mas para ti…
De quando me procuravas e querias saber de mim…
De quando éramos dois num só…
De quando eu e tu éramos dois…
Agora nada mais resta do que uma recordação…
De quando o pôr-do-sol me fazia lembrar os apaixonados…
De quando a lua cheia reflectida no mar numa noite quente de verão era o meu cenário preferido…
De quando te amava de forma bonita e sem mágoa…
Assim só me resta esperar por ti, um dia, talvez,
E se sem ti um dia me vir sozinha…
Vou lembrar-me que um dia fui tua e tu meu…
Assim como todas as coisas pertencem ao céu e à terra…
Eu pertenci e ti…
Amor, um dia vais perceber…
Depois de estar tantos anos na tua sombra…
Que eu sou aquela que te quer …
Mas tu ainda não sabes…
Até que a minha loucura permanece quieta
Até que a tua calma se revele insana…
Por não me quereres como te quero…
Por te querer mais do que gostaria…
Fico aqui… calma, serena, escrevendo, por mim, mas para ti…
quarta-feira, novembro 29, 2006
Adeus!
Adeus!
Já gastámos as palavras pela rua, meu amor,
e o que nos ficou não chega
para afastar o frio de quatro paredes.
Gastámos tudo menos o silêncio.
Gastámos os olhos com o sal das lágrimas,
gastámos as mãos à força de as apertarmos,
gastámos o relógio e as pedras das esquinas
em esperas inúteis.
Meto as mãos nas algibeiras e não encontro nada.
Antigamente tínhamos tanto para dar um ao outro;
era como se todas as coisas fossem minhas:
quanto mais te dava mais tinha para te dar.
Às vezes tu dizias: os teus olhos são peixes verdes.
E eu acreditava.
Acreditava,
porque ao teu lado
todas as coisas eram possíveis.
Mas isso era no tempo dos segredos,
era no tempo em que o teu corpo era um aquário,
era no tempo em que os meus olhos
eram realmente peixes verdes.
Hoje são apenas os meus olhos.
É pouco mas é verdade,
uns olhos como todos os outros.
Já gastámos as palavras.
Quando agora digo: meu amor,
já não se passa absolutamente nada.
E no entanto, antes das palavras gastas,
tenho a certeza
de que todas as coisas estremeciam
só de murmurar o teu nome
no silêncio do meu coração.
Não temos já nada para dar.
Dentro de tinão há nada que me peça água.
O passado é inútil como um trapo.
E já te disse: as palavras estão gastas.
Adeus.
Eugénio de Andrade
Não tem nada a ver com o que sinto neste momento por alguém...mas penso que é um lindo poema do meu poeta preferido que demostra o quão bonito e doloroso pode ser dizer Adeus a alguém...
Já gastámos as palavras pela rua, meu amor,
e o que nos ficou não chega
para afastar o frio de quatro paredes.
Gastámos tudo menos o silêncio.
Gastámos os olhos com o sal das lágrimas,
gastámos as mãos à força de as apertarmos,
gastámos o relógio e as pedras das esquinas
em esperas inúteis.
Meto as mãos nas algibeiras e não encontro nada.
Antigamente tínhamos tanto para dar um ao outro;
era como se todas as coisas fossem minhas:
quanto mais te dava mais tinha para te dar.
Às vezes tu dizias: os teus olhos são peixes verdes.
E eu acreditava.
Acreditava,
porque ao teu lado
todas as coisas eram possíveis.
Mas isso era no tempo dos segredos,
era no tempo em que o teu corpo era um aquário,
era no tempo em que os meus olhos
eram realmente peixes verdes.
Hoje são apenas os meus olhos.
É pouco mas é verdade,
uns olhos como todos os outros.
Já gastámos as palavras.
Quando agora digo: meu amor,
já não se passa absolutamente nada.
E no entanto, antes das palavras gastas,
tenho a certeza
de que todas as coisas estremeciam
só de murmurar o teu nome
no silêncio do meu coração.
Não temos já nada para dar.
Dentro de tinão há nada que me peça água.
O passado é inútil como um trapo.
E já te disse: as palavras estão gastas.
Adeus.
Eugénio de Andrade
Não tem nada a ver com o que sinto neste momento por alguém...mas penso que é um lindo poema do meu poeta preferido que demostra o quão bonito e doloroso pode ser dizer Adeus a alguém...
domingo, novembro 26, 2006
Nunca deixem de acreditar...
Eu disse...afinal ainda há esperança...
Quando menos esperamos... ele aparece...
Não sei o que vai acontecer amanhã... mas hoje estou feliz...
Quando menos esperamos... ele aparece...
Não sei o que vai acontecer amanhã... mas hoje estou feliz...
sexta-feira, novembro 24, 2006
Amor às escondidas!
Já conheci estranhas formas de amar, e amar pelo escuro, sem se ver... é até agora a que mais me impressionou...
É lindo...
Amar é bom, ser amado é muito melhor...
mas ser correspondido isso é algo que me custa a acreditar que exista para mim..
A quem ama demais, a quem nunca amou, a quem me ama sem ter um rosto para beijar... como tu...
a todos os apaixonados...
O "Pedaços de Nós" quer saber em primeira mão como é estar apaixonado!?
É lindo...
Amar é bom, ser amado é muito melhor...
mas ser correspondido isso é algo que me custa a acreditar que exista para mim..
A quem ama demais, a quem nunca amou, a quem me ama sem ter um rosto para beijar... como tu...
a todos os apaixonados...
O "Pedaços de Nós" quer saber em primeira mão como é estar apaixonado!?
segunda-feira, novembro 06, 2006
Estar sóbrio!
Quando não se pode beber álcool ficamos num estado tal que vemos os outros de forma diferente.
Roupas diferentes, comportamentos diferentes, uns mais casuais outros menos "normais".
Beijos, muitos beijos, abraços, pancada... há de tudo!
E o que é o melhor de estar sóbrio é que podemos desfrutar do beijo e no dia a seguir, "por acaso", até nos lembramos dele e quando há pancada é muuuittoo bom estar sóbrio para fugir enquanto é tempo (sim, porque eu não gosto de me meter em confusões!).
Numa noite destas, depois de ter saído de um bar, estávamos todos na "descontra" quando se pôem todos à pancada. Quando vi um rapaz estendido no chão a deitar sangue pela boca. Olhei para aquilo com espanto mas logo me veio o pensamento de que afinal aquilo assim como os beijos e abraços tembém é usual (quanto querem de aposta que se estivessem sóbrios não haveria de ser assim?). Sinceramente espero que o rapaz tenha ficado bem.
Em relação às roupas giras, acho-lhes piada. Mas, como não gosto de falar de modas, apenas digo que o estilo "punk" é directamente oposto ao meu(isto é se tenho algum estilo!).
E é assim, estar sóbrio é muito bom principalmente porque se pode sempre levar "com segurança" o carro dos outros para casa no final da noite.
Aviso: este post é tudo na brincadeira. Não querendo ferir susceptibilidades.
Roupas diferentes, comportamentos diferentes, uns mais casuais outros menos "normais".
Beijos, muitos beijos, abraços, pancada... há de tudo!
E o que é o melhor de estar sóbrio é que podemos desfrutar do beijo e no dia a seguir, "por acaso", até nos lembramos dele e quando há pancada é muuuittoo bom estar sóbrio para fugir enquanto é tempo (sim, porque eu não gosto de me meter em confusões!).
Numa noite destas, depois de ter saído de um bar, estávamos todos na "descontra" quando se pôem todos à pancada. Quando vi um rapaz estendido no chão a deitar sangue pela boca. Olhei para aquilo com espanto mas logo me veio o pensamento de que afinal aquilo assim como os beijos e abraços tembém é usual (quanto querem de aposta que se estivessem sóbrios não haveria de ser assim?). Sinceramente espero que o rapaz tenha ficado bem.
Em relação às roupas giras, acho-lhes piada. Mas, como não gosto de falar de modas, apenas digo que o estilo "punk" é directamente oposto ao meu(isto é se tenho algum estilo!).
E é assim, estar sóbrio é muito bom principalmente porque se pode sempre levar "com segurança" o carro dos outros para casa no final da noite.
Aviso: este post é tudo na brincadeira. Não querendo ferir susceptibilidades.
domingo, outubro 22, 2006
O tempo passa mesmo…
Não podemos apagar da nossa memória o passado. Nem mesmo quando nos acontecem coisas inacreditáveis como acontece a muita gente. Não podemos pedir ao tempo que nos devolva os anos que passaram, não podemos pedir ao tempo que nos traga de volta o que perdemos.
Perdemos amigos, ganhamos outros. Perdemos tempo, ganhamos experiência.
Mas nem tudo está perdido. Porque ganhamos imunidade à vida. Às suas adversidades.
Comigo foi assim menos com a mais importante: a morte. Não consigo aceitar que um dia vou ver partir quem me viu nascer. Não consigo aceitar que vou deixar de olhar para a cara rugada da minha avó, que vou deixar de ouvir a voz marcada do meu avô, as tontices do meu tio, a gargalhada da minha mãe… tanta coisa de tantos outros…
Mas mais do que isto, é este meu pensamento egoísta de pensar que um dia vou ser eu…
Mas antes de tudo isto acontecer… gostava de ouvir um “amo-te” verdadeiro, um choro de criança envolto num lençol branco, um “mãe preciso de ti”, um abraço tão ou mais verdadeiro como o do meu filho de Deus… gostava de puder acreditar nas coisas do amor… gostava de ser uma pessoa melhor. Mas, mesmo assim, sinto que paguei por todos os pecados que cometi desde que nasci, sinto todos os dias que ganhei uma nova vida, longe do mal do mundo, pois purifiquei a minha alma…sinto-me hoje mais humana… mas mais especial, mais vulnerável …mas mais alerta, menos eu…mas à procura do meu novo ser, segura de todos os passos que dou por mais difícil que seja caminhar nesta nova estrada que me deram para ultrapassar…
Sendo assim aqui estou eu…tudo isto para vos dizer que fiz um favor a alguém e um outro grande a mim… para que um dia mais tarde não me culpasse pelo que não fiz e para que não reste dúvidas que aquilo que não nos mata fortalece-nos…
E assim o tempo vai passando e não viveremos duas vezes, por isso, vivam bastante. Amem, sorriam, chorem o suficiente e nunca dêem por terminada a vossa missão, porque o destino surpreende-nos… como o fez a mim…
Perdemos amigos, ganhamos outros. Perdemos tempo, ganhamos experiência.
Mas nem tudo está perdido. Porque ganhamos imunidade à vida. Às suas adversidades.
Comigo foi assim menos com a mais importante: a morte. Não consigo aceitar que um dia vou ver partir quem me viu nascer. Não consigo aceitar que vou deixar de olhar para a cara rugada da minha avó, que vou deixar de ouvir a voz marcada do meu avô, as tontices do meu tio, a gargalhada da minha mãe… tanta coisa de tantos outros…
Mas mais do que isto, é este meu pensamento egoísta de pensar que um dia vou ser eu…
Mas antes de tudo isto acontecer… gostava de ouvir um “amo-te” verdadeiro, um choro de criança envolto num lençol branco, um “mãe preciso de ti”, um abraço tão ou mais verdadeiro como o do meu filho de Deus… gostava de puder acreditar nas coisas do amor… gostava de ser uma pessoa melhor. Mas, mesmo assim, sinto que paguei por todos os pecados que cometi desde que nasci, sinto todos os dias que ganhei uma nova vida, longe do mal do mundo, pois purifiquei a minha alma…sinto-me hoje mais humana… mas mais especial, mais vulnerável …mas mais alerta, menos eu…mas à procura do meu novo ser, segura de todos os passos que dou por mais difícil que seja caminhar nesta nova estrada que me deram para ultrapassar…
Sendo assim aqui estou eu…tudo isto para vos dizer que fiz um favor a alguém e um outro grande a mim… para que um dia mais tarde não me culpasse pelo que não fiz e para que não reste dúvidas que aquilo que não nos mata fortalece-nos…
E assim o tempo vai passando e não viveremos duas vezes, por isso, vivam bastante. Amem, sorriam, chorem o suficiente e nunca dêem por terminada a vossa missão, porque o destino surpreende-nos… como o fez a mim…
quarta-feira, outubro 18, 2006
quinta-feira, outubro 12, 2006
Ainda Há Esperança!
Não tenham medo do amor...
Não tenham medo do ódio...
Não tenham medo das palavras ditas em hora errada...
Não tenham medo da vida...
Porque eu aprendi na vida que ainda há esperança...
Talvez ainda consiga recuperar o tempo perdido...
Não tenham medo do ódio...
Não tenham medo das palavras ditas em hora errada...
Não tenham medo da vida...
Porque eu aprendi na vida que ainda há esperança...
Talvez ainda consiga recuperar o tempo perdido...
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